sexta-feira, 21 de abril de 2017

5 motivos para você anunciar no Facebook

5 motivos para você anunciar no Facebook

A maior parte das empresas reconhece, hoje, a necessidade de ter uma página no Facebook, mas muitas ainda não percebem como é importante ter também um planejamento de ações ao se utilizar as mídias sociais. O uso de anúncios, como o Facebook Ads, é uma estratégia que, se bem utilizada, pode melhorar significativamente a interação com o público ou aumentá-lo.
Investir em neste tipo de ação pode ser uma maneira de complementar os investimentos em conteúdo e SEO para empresas já consolidadas ou ainda antecipar resultados no início, quando a empresa ainda não possui muita presença na Web.
Conheça mais sobre este tipo de anúncio e saiba quais são as suas vantagens:
1. O primeiro grande benefício de anunciar na rede mais popular do planeta é o fato de ser um investimento muito mais acessível para médias e pequenas empresas do que anunciar nas mídias tradicionais. O custo relativamente baixo que o Facebook Ads tem faz com que os seus benefícios sejam ainda mais tangíveis.
2. O Facebook apresenta a opção de segmentar o anúncio e encontrar exatamente o perfil que sua empresa procura, o que facilita muito já que a rede tem 1 bilhão de usuários no mundo que possuem preferências, gostos, cargos e interesses variados. A segmentação pode ser feita por diferenciações de localização do usuário, perfil demográfico (sexo, idade) e interesses, que busca pelas informações que estão disponíveis no perfil de cada usuário. Encontrar o seu nicho é fundamental para que o desempenho dos Ads seja satisfatório e alcance uma audiência qualificada.
3. Outro benefício dos anúncios na rede de Zuckerberg é a possibilidade de atrair potenciais clientes que ainda estão em estágios bem iniciais de preparação e interesse para a compra. Isto porque o Ads pode levar o usuário a curtir a página da empresa e criar um vínculo que deve ser trabalhado ao longo do tempo para gerar confiança na capacidade da mesma, fazendo com que o cliente se lembre dela no momento que desejar fazer a compra.
4. A variedade de formatos para os anúncios também torna o Facebook Ads mais interessante ainda. O anunciante pode, de acordo com o seu objetivo, optar por promover a página para gerar mais conexões; divulgar um dos posts já feitos na página, que pode ser utilizado para divulgar ofertas específicas ou ainda anunciar um link externo, para incentivar mais visitas a determinado site.
5. O Facebook oferece como ferramenta também o acompanhamento dos insights de audiência do anúncio, com relatórios em tempo real indicando o sucesso da campanha. Este recurso permite saber exatamente quais os erros e acertos da campanha, possibilitando a melhoria para os próximos anúncios.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Google e Facebook lançam especialização em marketing digital com conteúdo em português

Google, Facebook, HubSpot, Hootsuite, MailChimp e Moz juntas em uma especialização em marketing digital 
O Nanodegree Marketing Digital da Udacity reuniu as gigantes da indústria para tornar você um profissional de marketing digital focado em performance. Por meio de excelente conteúdo, projetos exclusivos, feedback e revisão de especialistas na área, você aprenderá a construir estratégias online que funcionam, mensurando resultados e otimizando esforços por meio de dados e números. 
E o mais interessante: todo seu aprendizado acontecerá com a mão na massa! Durante este Nanodegree, você irá planejar e executar ações para diferentes plataformas online, utilizando conceitos sobre content marketing, social media, SEO, SEM, email marketing, campanhas de display, e outros. Você também colocará anúncios reais no ar - Google Adwords e Facebook Ads - e entenderá na prática a efetividade de tudo que você construiu.
Construído em parceria com Google, Facebook, HubSpot, MailChimp, Moz e Hootsuite
Foco em performance: planeje, execute e mensure o resultado de sua estratégia digital 
Coloque anúncios reais no ar
Feedback de especialistas durante seu aprendizado
Certificado em Marketing Digital
Conheça a ementa deste Nanodegree
#1 Fundamentos de Marketing
Neste curso, você terá a estrutura necessária para organizar e planejar sua abordagem de marketing, tanto para estratégias B2C quanto para B2B.
#2 Estratégia de Conteúdo
O conteúdo é o cerne de toda atividade de marketing. Neste módulo você aprenderá como planejar seu marketing de conteúdo, desenvolvendo materiais que funcionem bem para seu público-alvo e medindo seu impacto.
#3 Social Media Marketing
Entenda como construir sua estratégia digital para as principais plataformas de mídia social, gerencie sua presença em diferentes redes sociais e crie conteúdo efetivo para cada plataforma.
#4 Social Media Advertising com Facebook
Saiba como otimizar seu investimento em mídia nas redes sociais. Aprenda sobre as oportunidades de publicidade segmentada e execute campanhas publicitárias para o público-alvo que você realmente quer atingir.
#5 Search Engine Optimization (SEO)
Otimize a sua presença e relevância no Google através de estratégias on-site e off-site. Entenda seu universo de palavras-chave, otimize a UX e design de seu website e execute uma estratégia de link building.
#6 Search Engine Marketing com Adwords
Otimizar a visibilidade nos resultados do Google é uma parte essencial do marketing digital. Neste módulo, você aprenderá como criar, executar e otimizar uma campanha de publicidade eficaz usando o Google Adwords.
#7 Publicidade Display
Da estratégia à execução de campanhas de display: domine esta poderosa ferramenta de marketing, reforçada por novas plataformas como o celular, novas oportunidades de vídeo e segmentação aprimorada.
#8 Email Marketing
Aprenda como criar uma estratégia de email marketing efetiva durante a jornada do cliente: aquisição, qualificação, conversão e retenção.
#9 Mensuração e otimização de campanhas com Google Analytics
Utilize o Google Analytics para avaliar o sucesso de seus esforços de aquisição e engajamento, as conversões de seus usuários para seus objetivos e use esses insights para otimizar seus orçamentos de marketing.
Primeira turma em português!
Você pode ser um dos pioneiros a realizar o Nanodegree Marketing Digital! Inscreva-se até dia 31 de março e garanta sua vaga por R$2490,00 R$1990,00 à vista, ou em 9x de R$249,00. A sala de aula estará disponível dia 10 de abril.

Este programa online estará disponível com legendas e projetos em português.
Clicando AQUI você pode fazer parte da primeira turma.

sábado, 25 de março de 2017

Confirmada demissão por justa causa por uso excessivo de celular no trabalho

A 6ª Turma manteve a justa causa aplicada a um serralheiro de Maringá, no Noroeste do Paraná, que, mesmo advertido várias vezes, não cumpriu a regra de segurança da empresa que vedava o uso do telefone celular durante o horário de expediente. A decisão, da qual cabe recurso, manteve o entendimento de sentença proferida pela 3ª Vara do Trabalho de Maringá.

O autor do processo trabalhou em uma pequena serralheria de Maringá por quase dois anos, entre julho de 2013 e abril de 2015. A execução do serviço envolvia manipulação de máquinas de corte, de polimento e soldas, além de produtos químicos com algum grau de toxicidade. Por conta do risco, e como forma de não haver distrações, era norma da empresa que não se utilizasse o celular durante o expediente.

Para a relatora do processo, desembargadora Sueli Gil El-Rafihi, o estabelecimento de normas de segurança para os funcionários é um dever do empregador. "Inclui-se no poder diretivo do empregador o estabelecimento de regras e padrões de conduta a serem seguidos pelos seus empregados durante os horários de trabalho, dentre os quais a lícita proibição do uso de aparelho celular", destacou.

No processo, o reclamante argumentou que a dispensa com justa causa foi aplicada por perseguição, após ter cobrado o pagamento de adicional de periculosidade. Entretanto, não houve prova de tal retaliação, ou de que a medida foi desproporcional, nem de que se tenha ignorado punições de cunho educativo, como advertência ou suspensão.

Em documentos a microempresa comprovou que, além de alertar informalmente o ex-empregado, ainda aplicou advertência formal e suspensão disciplinar, pelo mesmo motivo. Deste modo, demonstrou que a insubordinação do empregado foi constante, motivando a demissão com justa causa. "Não resta dúvida de que a demandada logrou êxito em demonstrar os fatos ensejadores da aplicação do art. 482 da CLT (que trata de dispensa por justa causa), alegados em defesa", afirmou nos autos a relatora.

Justiça Gratuita

Em recurso apresentado paralelamente ao do autor, foi concedida à serralheria a gratuidade da justiça, mesmo sendo pessoa jurídica, tendo como fundamento a situação de microempresa em dificuldades financeiras. Como provas da afirmação, a serralheria apresentou balancetes mensais, com as contas descrevendo prejuízos.

O acordão que apreciou os recursos destacou que a lei não faz distinção quanto ao sujeito destinatário da gratuidade da justiça, bastando que se enquadre na situação de necessidade. "Por essa razão, igualmente aceitável a concessão dos benefícios da justiça gratuita à parte reclamada, mesmo se tratando de pessoa jurídica", votou a relatora, acompanhada pela 6ª Turma.

Fonte: TRT 9ª Região 

segunda-feira, 13 de março de 2017

QUAL O MISTÉRIO DO SUCESSO DO VALE DO SILÍCIO?


Após décadas de perplexidade e frustração, o mundo ainda está tentando descobrir o segredo do sucesso do Vale do Silício. É claro que as cidades ao sul da baía de San Fracisco têm muitos talentos da alta tecnologia, mas isso não explica nada: esses ambiciosos engenheiros e inovadores poderiam encontrar emprego em praticamente qualquer lugar que escolhessem.

Você poderia listar os elementos que levaram tantos deles até o Vale, mas o mistério permanece. Sim, a área tem várias universidades, centros de pesquisa do governo e laboratórios comerciais. E uma start-up dificilmente encontraria circunstâncias mais encorajadoras: uma grande quantidade de trabalhadores altamente qualificados; acesso a capital de risco; e uma cultura altamente empreendedora, que assume riscos.

Mas o Vale do Silício não tem o monopólio de nenhum desses elementos. Na verdade, pequenos bolsões de inovação emergiram em outros locais dos Estados Unidos, como o triângulo de pesquisa da Carolina do Norte, e o corredor da rota 128, nos arredores de Boston. Ao mesmo tempo, vantagens comparáveis foram de pouca ajuda para áreas como o norte de Nova Jersey, com o lendário Bell Labs e grandes universidades, além da proximidade com Wall Street, a capital mundial de investimentos de alto risco.

Países de todo o mundo estão fazendo o melhor que podem parar copiar a magia do Vale. Pense na China, por exemplo, onde empresas de vários ramos da indústria aumentaram o financiamento de pesquisa e desenvolvimento em aproximadamente 64% todos os anos durante os últimos cinco anos, e o governo de Pequim está fazendo imensos investimentos no sistema de universidades do país. A esperança é que essa infusão de recursos produza um Vale do Silício – uma espécie de simbiose entre a indústria e o setor de pesquisa. O trabalho é massivo, mas até agora os resultados não são.

O que falta aos emuladores do Vale? Como autores de The Culture of Innovation: What Makes San Fracisco Bay Area Companies Different?, um estudo conjunto realizado em 2013 pelo Instituto Econômico do Conselho da Área da Baía e pela Booz & Co., nós tentamos responder essa pergunta. O que nós encontramos foi uma característica especial que distingue as empresas do Vale do Silício de empresas comuns: a capacidade de integrar suas estratégias de inovação com suas estratégias de negócio.

Essa única característica pode fazer a diferença entre sucesso e mediocridade – ou pior. Nossa pesquisa relatou que firmas do Vale do Silício têm uma probablidade quase quatro vezes maior que empresas médias dos Estados Unidos,presentes na lista anual Global Innovation 1000 da Booz & Co., de ter um alinhamento preciso de sua estratégia corporativa geral com sua estratégia de inovação. Não é coincidência, então, que a cultura corporativa de uma companhia do Vale do Silício também tenha uma tendência 2,5 vezes maior de se alinhar com a estratégia de inovação da empresa.

Uma coordenação desse tipo pode trazer grandes dividendos. De acordo com o estudo Global Innovation 1000, empresas que misturam suas estratégias de inovação com suas metas corporativas crescem com muito mais vigor que as outras, tanto em lucratividade quanto em valor líquido. E para destacar a importância da inovação, empresas do Vale do Silício têm uma probabilidade quatro vezes maior que as outras de modificar seu próprio status quo ao contratar novos talentos para desenvolver produtos.

Nossa pesquisa em andamento já identificou três estratégias básicas de inovação: o Vale do Silício é dominado pelo que chamamos de “buscadores de necessidades” [need seekers], empresas que se concentram em discernir as verdadeiras necessidades de seus usuários, tanto expressas quanto não-expressas; descobrir como atender essas necessidades; e então colocar o produto ou serviço necessário no mercado o mais rápido possível.

As outras duas categorias são os “condutores tecnológicos” [technology drivers] que recebem ordens dos departamentos de engenharia, e não dos clientes, e os “leitores de mercado” [market readers] que se baseiam em uma abordagem de desenvolvimento incremental e rápido. De acordo com nossa pesquisa, os buscadores de necessidades cresceram consistentemente mais que os outros dois em um período de cinco anos, tanto em lucros brutos quanto no valor da empresa. 

Nossa pesquisa também mostra que os buscadores de necessidades tendem a formular suas decisões sobre estratégias de inovação nos níveis mais altos da empresa. Então eles se certificam de comunicar essa estratégia para toda a organização, e administram seus projetos de P&D rigorosa e impiedosamente. Buscadores de necessidades em geral – e empresas do Vale do Silício em particular – reúnem uma cultura de forte identificação com o cliente e paixão sincera pelos produtos e serviços da empresa. Ao mesmo tempo, existe menos preconceito contra produtos que “não foram inventados aqui”, consequentemente tornando a empresa mais aberta a boas ideias, não importando sua origem.

Um total de 46% das empresas do Vale do Silício segue esse modelo, contra apenas 28% das empresas dos Estados Unidos na lista Global Innovation 1000. Talvez isso se deva à ética de capital de risco do Vale, que recompensa empresas com planos estritamente focados em negócios e em antecipar as necessidades dos clientes.

E esse parece ser o segredo tão procurado. As empresas que se situam no Vale usam uma estratégia que exige excelência, põem as necessidades dos clientes no centro da inovação e recompensam novos talentos e ideias acima de tudo. Até agora essa combinação especial de recursos e ideais se provou difícil, senão impossível, de imitar em qualquer outro lugar. Mas a busca continua mesmo assim. O prêmio é grande demais para ser ignorado.

domingo, 12 de março de 2017

A importância da pesquisa de mercado para o sucesso dos negócios


De janeiro a setembro de 2013, 1.427.162 novas empresas foram criadas no Brasil de acordo com o Indicar Serasa Experian de Nascimento de Empresas. Delas, cerca de 24% não irão sobreviver aos primeiros dois anos devido a fatores econômicos, falta de planejamento ou inadimplência. O desconhecimento sobre o mercado em que atuam também colabora para um resultado negativo mas, para esse problema, os empresários podem recorrer a uma ferramenta estratégica: as pesquisas de
mercado. 

O especialista e diretor executivo da Idealis Pesquisa & Comunicação, Alexander Luiz, alerta que as pesquisas de mercado são de suma importância nesse processo inicial de abertura de uma empresa. Segundo ele, elas permitem identificar fatores que irão impactar diretamente no negócio, como concorrência, localização, perfis de consumidores, demanda, teste de preço, teste de produto, teste de embalagem e projeções de venda, entre outros. 

“Os estudos levantam dados reais e confiáveis que municiam os empresários com informações decisivas para a tomada de decisões. Seu principal objetivo é dar subsídios que viabilizem os negócios”, explica. Para ele, entender bem o segmento onde se está inserido deve ser considerado como parte integrante do processo de estruturação das empresas e um dos primeiros passos antes de se iniciar uma atividade comercial. É a partir daí que se desenvolvem planos e estratégias que permitam a continuidade das atividades a médio e longo prazo.  

“Os resultados das pesquisas de mercado podem orientar o profissional a investir em alguma ação específica, modificar sua proposta original ou até mesmo desistir da iniciativa. Isso porque os estudos apresentam, com alto grau de clareza, o cenário em que a empresa irá atuar”, reforça   Alexander.

 Para se chegar a esse cenário, institutos como a Idealis realizam entrevistas com o público-alvo da organização, coletam dados estatísticos em órgãos oficiais (como Prefeituras e IBGE) e, quando  possível, até fazem projeção de margem de lucro. Tudo isso considerando também os muitos fatores que afetam um negócio, como a área onde está localizado, quantidade de pessoas que circulam, sazonalidade, se a movimentação pode gerar volume de venda, os concorrentes diretos e indiretos.

Cada caso envolve uma série de critérios específicos que variam de segmento para segmento e influenciam também a maneira como a pesquisa vai ser feita — por exemplo, se o público vai ser entrevistado na rua, por telefone, e-mail ou uma combinação de métodos. “De posse dos resultados das pesquisas de mercado, o empresário consegue ter uma visão mais ampla sobre onde estará pisando, quais caminhos pode percorrer.

Isso certamente contribui para aumentar as estimativas de sucesso de sua empresa”, afirma Alexander Luiz.  Informação para gerar diferencial competitivo

Se o que se deseja é conhecer informações estratégicas de empresas que já estão no mercado, há diferentes tipos de estudo. Para comparar a percepção que os líderes têm de sua organização com a visão do cliente, procede-se à pesquisa de posicionamento. A pesquisa de satisfação permite verificar como os públicos de relacionamento avaliam os produtos, serviços e atendimento. Também é possível entender como os clientes percebem a marca da empresa, comparar o negócio com a  concorrência, e mensurar quais são os detalhes subjetivos que motivam o consumo (pesquisa etnográfica), além de outros quesitos. 

O empresário ainda acrescenta que, embora as pesquisas de mercado possam ser aplicadas a qualquer tipo de empresa e segmento, ainda são poucos os que a utilizam como ferramenta permanente de mensuração. “Geralmente, o mercado tem uma visão de que as pesquisas são restritas às grandes empresas, mas esse mito tem que acabar. Pequenos e médios empreendedores têm percebido a importância da ferramenta, mas acreditam que o custo de um projeto de pesquisa é bastante oneroso para seu negócio e isso é um mito. Tudo depende no nível de informação que se quer obter e é possível fazer uma pesquisa de mercado que se adeque às necessidades de quem quer abrir ou manter um empreendimento”, esclarece.   

Assim,as pesquisas podem dar novos direcionamentos para o planejamento e também para as ações porque funcionam como um termômetro que indica comoestá o mercado. Pode-se definir como um produto ou serviço está sendo avaliado, o que poderia acontecer se se tivesse adotado outras medidas e como se pode resolver um problema amparado por dados empíricos. “Não existe uma hora específica para se utilizar as pesquisas de mercado pois elas são úteis a todos os momentos e ajudam as empresas a estarem melhor posicionadas em seu segmento”, afirma Luiz.

sábado, 11 de março de 2017

Fim do diploma do ensino médio via Enem deve tirar quase 1 milhão da prova


O Fim do uso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para certificação do ensino médio deve provocar expressiva diminuição no total de inscritos. Considerando a média dos últimos três anos (2014 a 2016), cerca de 994 mil pessoas se inscreveram por edição para conseguir o diploma do ensino médio por meio do Enem. No ano passado, 8,6 milhões de pessoas se inscreveram no Enem, sendo que 1.076.092 declararam intenção de conseguir o diploma do ensino médio por meio da prova. Entretanto, só 7,7% tiveram êxito. Nova forma de certificação A partir de 2017, os jovens poderão obter o diploma por meio do Encceja (Exame Nacional de Certificação De Competências de Jovens e Adultos). O Encceja não chegou a ser realizado no ano passado. À época, o Inep informou que a nova gestão assumiu a pasta sem encontrar previsão de realização do exame. Entretanto, para 2017, a realização da prova está prevista, mas a data não foi divulgada. Perfil do uso do Enem Antes da mudança, para conseguir o diploma via Enem era preciso ter pelo menos 18 anos na data do exame e tirar pelo menos 450 pontos nas quatro provas objetivas e 500 pontos na redação. Porém, o MEC permitia que um candidato usasse notas de edições distintas do Enem para isso. Por exemplo: caso o estudante obtivesse a pontuação mínima em metade das provas, na edição seguinte, ele pode fazer apenas a outra metade para tirar o certificado. Desde 2009 o Enem era usado como alternativa para que adultos que não terminaram o ensino médio na idade certa consiguissem o certificado exigido para ingressar no ensino superior ou participar de concursos públicos e seleções de emprego que exijam esta formação mínima. Neste período, o número de pessoas interessadas em usar o Enem regular com esta finalidade cresceu 80,8% (em comparação, o número total de inscritos no Enem regular cresceu 64,6% entre 2009 e 2016). (Foto: Arte/G1)


sexta-feira, 10 de março de 2017

Dica de Filme: LOGAN


SINOPSE E DETALHES

Não recomendado para menores de 16 anos
Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina. TRAILER CLIQUE AQUI